segunda-feira, março 21, 2005

Afinal, não é preciso fechar as torneiras!!!

(ATENÇÃO: Esta teoria pode ferir a sensibilidade das mentes mais frágeis 0)

Vendo bem, a “suposta” seca pela que o país está a atravessar é uma farsa do governo. Pois vejam...
Quando este novo governo ganhou, deixou de haver o tempo frio, já repararam?
Pois bem, isto deixa transparecer algum tipo de manobras manhosas que o José Trocas-te e seus discípulos andaram a tramar.
Viu-se nitidamente a mudança do clima, o que mostra perfeitamente que a primeira medida que tomaram foi despedir o São Pedro. Despedimento esse que trouxe implicações nos termómetros de todo o país. Porque isto de arranjar tachos a São Pedrinhos estagiários lá no departamento das intempéries dá barraca, pois concerteza que dá!
Mas uma coisa é certa. Como já disse, tudo isto da seca é uma farsa, já que foi mais uma medida do governo para poupar água. Sim, para poupar água, já que, se não chove não se gasta água e se não se gasta água, poupa-se.
Imaginem a quantidade de água que se gasta para cobrir todo o país de chuva?! Pois claro, a lógica aqui está em não chover para que se poupe esse liquido precioso.
Não consigo entender os portugueses, nunca estão satisfeitos com o governo que têm…
Este, ao despedir o São Pedro, fez com que chovesse menos, o que fez com que Portugal poupasse um dinheirão em chuva…
As coisas são tão simples, não percebo porque hão-de complicar o que é visivelmente fácil…

Phonseka

quinta-feira, março 17, 2005

A bacalhauzada à portuguesa...

Na imbecil teoria de hoje vou-vos revelar mais uma realidade do nosso quotidiano, que de certa forma não se enquadra nos hábitos higiénicos do ser humano actual, e se pensarmos bem, nem nos hábitos dos humanos, sejam lá eles de que tempo foram, mas quem liga a isso, se virmos as coisas do prisma do meu amigo Markitu. Este meu grande amigo considera, e já fez menção disso na minha teoria imbecil dos puxadores (puxe… empurre…), que essa parte do nosso corpo é das se não a mais suja!?
Falo-vos da misteriosa, bacalhauzada… E não falo do fiel amigo, mas sim daquele gesto aparentemente amistoso que apenas algumas pessoas não o fazem diariamente, pessoas essas que são os manetas, ehehehe… Falando de coisas “sérias”, a bacalhauzada é aquele gesto que as pessoas fazem umas às outras normalmente com a mão direita, já que se diz que com a esquerda dá azar... pois.
Estendem-na aberta, com o polegar erecto e agarrando na mão do outro individuo que está a realizar o mesmo gesto e “pimba”, começam a sacudir o braço para cima e para baixo, como se de uma masturbação masculina se tratasse…
É um gesto como outro qualquer, uma forma de cumprimento acompanhada de um simbolismo que varia desde o “atão pá, tás bom”? até ao “comé que está sôtor” e ainda pode incluir entre muitos outros um “venham de lá esses ossos” acompanhada com umas castadas nas costas com a outra mão (versão portuguesa). Enfim, é o típico gesto inventado pela rapaziada máscula que não seria vista nem morta a dar um beijo nem que fosse ao avô, mas gosta de um contacto físico vigoroso aprovado socialmente. Há coisas com tanta lógica testosteronal como a bacalhauzada, que um dia alguém me há-de explicar em que consiste o “apalpar” do material aos amigos com uma murraça seca e inevitavelmente dolorosa para quem recebe esse “cumprimento”, mas pronto, é de macho… Mas voltando à bacalhauzada, encaro esse, um dos mais badalhocos hábitos no grandioso mundo dos cumprimentos. Não pelo inocente gesto em si, mas pelas bactérias e afins que a mão estendida pode esconder para quem a aperta. Passo a explicar.
Toda a gente sabe que a rapaziada tem o hábito de mijar de pé. Não se sabe porque, mas é assim que as coisas funcionam há vastíssimos séculos. Ora, dado que genética envolvendo esse acto não se compadece dessa mania, para não molhar os pés, recorre-se à mão para que o material, que normalmente tem o nosso nome, mas no diminutivo, se eleve e o jacto saia para a frente e não para os sapatos. Pronto, sendo assim voltaria à teoria mentecapta do puxador, não fosse a sacudidela… A sacudidela serve para que o Phonsekinha (agora chamem-lhe como quiserem) fique bem sequinho, não vá ele pingar na cueca. É assim, ele fica sequinho mas, e as mãos? Pois é, na próxima vez que apertarem a mão a um amigo, o simbolismo do gesto seja: “No fim, foi lavada?”

P.S.: Não pensem que sou algum maluco das limpezas, estas coisas são pancadas que me dão ao reparar em tudo menos no que interessa...
Phonseka

domingo, março 13, 2005

Afinal é por causa da bamboleação...


Eureka!!!
Estava eu nos meus tempos de estudante, galhofando num dos melhores bares (já foi) do mundo e quem sabe dos arredores desse mundo, seja lá ele qual for, na minha ingénua e inconsciente (não estou a dizer que agora sou consciente, tá??!) fase de descoberta do produto doce e amargo, liso e rugoso do Deus "Jeca", quando dou por mim a desvendar o segredo da causa do revolutear da cabeça, após vários copos desse fantástico produto…
Concerteza quem já bebeu, mais da conta deste refrigerante amarelo, com umas bolhinhas a subir pelo copo numa animação esfusiante, numa correria até ao cocuruto desse mesmo vaso de vidro, amalgamando-se na espuma branca que o cobre, já reparou que a sua cabeça começa a ficar um tanto ao quanto esvoaçada, soltando-nos a alma e as gargalhadas mais imbecis que guardamos no nosso recôndito saco das gargalhadas (Saco adjacente ao pâncreas que serve para soltar gargalhadas, digo eu…).
Cantamos, rimos, falamos além da conta e ainda por cima, o que é bem pior, dançamos musicas latinas, musicas essas que deviam ser proibidas e quem as editou deveria estar enclausurado num quarto durante horas a fio a ouvi-las…
Mas, como a nossa alma se soltou devido à quantidade exagerada de ingestão desse líquido estonteante, andamos feitos zombies desalmados, insensíveis, cambaleantes, mas sempre acompanhados com a amiga bezana…
Bom, depois de pensar o porquê do estado que uma simples bebida faz à nossa capacidade motora e intelectual, dou por mim a descobrir a causa…
A causa nesta bebida, não é como dizem, devido ao álcool. É derivado, isso sim, ao dono do café levar sempre o barril aos rebolões, da despensa até ao local onde tem a bica, o que faz com que a bebida que esta no seu interior fique de tal maneira revolteada que quando chega dentro dum copo ao consumidor desatento, lhe provoque tonturas e disfunções na sua locomoção.
Por isso digam NÃO ao rebolar do barril da cerveja.
Assim não admira, pois tá claro…
Phonseka

sexta-feira, março 11, 2005

Puxe... Empurre...


Que notável invenção é o puxador da porta...
Já pensaram o que seria se este amigo com várias formas não existisse! Ele que nos acompanha para todo o lado onde vamos, apesar de estar imóvel, preso a uma porta, gaveta, etc?
Este apetrecho importantíssimo que nos deixa ter acesso a todo o lado passa um pouco ao lado da atenção e do interesse do cidadão. É uma pena porque, se não fosse ele não entraríamos em lado algum…
É tão desprezado que não se sabe afinal quem foi o seu inventor… Porquê? Pergunto eu… Não será importante o suficiente, como a luz (Thomas Edison), ou o telefone (Alexander Bell)? Se é tão importante, porque é descartado do interesse do cidadão que o utiliza em tantas ocasiões, aliás, todos os dias.
Há tantos objectos que nos passam pelas mãos, pelos olhos, mas que não pensamos neles… (falarei de muitos mais noutras ocasiões)
Já houve quem quisesse acabar com ele, extingui-lo até, para amenizar o “esforço” enorme de rodar esse fantástico objecto, inventando aquelas “portas de empurrão”, que se costumam ver nos tascos dos filmes de cowboys. Mas não meus amigos, essas servem somente para aumentar ainda mais o sedentarismo das pessoas… Pelo menos o estupendo puxador faz com que façamos o movimento de pronossupinação do antebraço, o que sempre é algum exercício comparado com o empurrar duma porta de saloon que até o vento faz com que ela se abra.
Mas nem tudo são vantagens para o puxador e desvantagens para as “portas de empurrão”. Há um local, e somente nesse local eu vejo as “portas de empurrão” úteis. Meus camaradas, esse local é nas casas de banho públicas… Ah pois é, as casas de banho públicas deveriam estar apetrechadas com estas “portas de empurrão”, e se possível, ainda melhor com “portas de supermercado”, aquelas que têm olhinhos que quando nos aproximamos nos vêm chegar e abrem sozinhas. Eu explico o porquê de ser defensor acérrimo destas portas nos sanitários públicos. É que, imaginem quando vão fazer o vosso xixizinho e, espero eu, até têm o cuidado de lavar as mãos. Mas, e quem não tem esse salutar hábito? Agarrou concerteza o fantástico puxador com as suas mãos inquinadas sabe-se lá com quê. Vamos nós, acabadinhos de lavar as mãos e “zumba” deitamos a manápula ao puxador infestado com tudo o que possam imaginar que milhares de pessoas ali deixaram agarrado…
Para terminar, voltando ao puxador, este amigo, que apesar de ter o nome que o remete a um só sentido, ainda por cima esconde dentro da sua imensa importância, uma outra, a de empurrar…
Nunca se esqueçam da velha máxima, agora modificada por mim:
Há 3 palavras que vos abrem muitas portas, que são, “PUXE”, “EMPURRE” e como não podia deixar de ser o “PUXADOR”…

Phonseka

quinta-feira, março 03, 2005

O copo penetrado pelo apêndice saliente da face…


Ora bem, estava eu um dia a beber um refrigerante amarelo, com umas bolhinhas a subir pelo copo numa animação esfusiante, numa correria até ao cocuruto do copo, amalgamando-se na espuma branca que o cobria, quando dou por mim a fazer uma coisa que se muitos ligassem, e/ou mesmo reparassem, não beberiam de copos alheios. Olhando para o copo e para essas imensas bolhinhas, começo a reflectir sobre mais uma fastidiosa e inconveniente teoria, se assim se pode chamar…
De que é que estou a falar?
Do horroroso acto de colocar a nossa penca, a nossa máquina de fazer ranho, completamente dentro do copo enquanto bebemos ressarcidos a nossa bela e afável bebida.
Sei que é um acto do nosso quotidiano, e concerteza já reparam nesse acto inestético e pouco asseado, mas…
-“ Olha, desculpa, essa bebida é tua?”
-“É sim…”
-“Dás-me um golinho?”
-“Sim, toma.”
E damos por nós a ver discretamente, onde algures no copo estão as marcas labiais e lambuzadas que o Dono da bebida deixou… Deparamo-nos com tais marcas, e orgulhosos do nosso acto salutar, viramos o copo para o lado oposto, sabedores que esse lado está casto, e… colocamos os nossos rebordos bocais precisamente onde esse nosso Amigo acabara de colocar o narigão.
Não me considerem um partidário da boa moral e dos bons costumes, até porque também efectuo tal acto, uma vez que não estamos a matutar segundo a segundo o que está para além dos actos normais do nosso dia a dia. Nem digo que quem beba sedento do copo de outrem, seja imediatamente fulminado por um raio luminoso vindo de onde quer que seja, o chamado raio que o parta. Mas se nos imaginarmos a colocar as nossas beiças na penca do Amigo, mesmo sendo indirectamente, já se fica de pé atrás.
Bom, uma das opções, mesmo não sendo uma opção que não foge nem fica imune a toda esta sordidez, seria beber no local intermédio do “gargalo” do copo, local esse que fica precisamente entre as impressões labiais e o local onde o apêndice olfactivo esteve deposto, o que faz com que não seja assim tão boa ideia…
Já agora, o tal refrigerante amarelinho com tantas bolhinhas simpáticas, que corriam para se misturarem com a cremosa espuma branca, era como obviamente já lá chegaram, a verdadeira “bejeca”…
PHONSEKA

quarta-feira, março 02, 2005

Mutacionismo...


Mutantes somos todos...

É assim mesmo. Concerteza estão a pensar que venho com mais uma das minhas teorias aberrantes, sem nexo e sem coerência, mas a verdade é que por mais que pense, não consigo saber o que é normal e o que não é normal.
Quem me diz que uma criatura é o modelo de beleza (forme), e/ou de não beleza (disforme)?
Um sinal, uma ruga, lábios carnudos ou finos, dedos longos ou pequenos, cabelo loiro, castanho, ruivo... Afinal o que é forme? e disforme? São os Individuos altos, loiros, com olhos azuis? Serão os morenos, baixos e olhos castanhos? Porque?
Ao olhar para um Individuo, vejo que tem um nariz batatudo (como eu)... Sinal de mutacionismo, mutacionismo esse que ja o faz ser diferente.
Falo do nariz, como posso falar duma madeixa, da cor dos olhos, dos dentes, etc. Qualquer modificação que tenhamos no nosso corpo, é uma mutação.
Normalmente rotulamos de mutante aquele Individuo que tem duas cabeças, quatro braços e/ou que nasceu com outro Individuo agarrado ao abdómen. Porque? Realmente não é normal alguém nascer das formas que acabei de mencionar, mas também é uma questão de estatística, o facto de em cada 9000 nascer uma assim... Mas não será também uma questão desse género nascer um Individuo igual a mim, a ti ou ao teu vizinho?
Cada um nasce com um genoma, genoma esse que é pessoal e intransmissível, e que não é igual ao genoma perfeito, se é que existe algum, e se existe está bem guardado, portanto, se não é igual a esse não é perfeito, sendo assim, não somos perfeitos, o que implica que temos mutações, logo somos mutantes...
Saudações, colegas mutantes...
PHONSEKA

domingo, fevereiro 27, 2005

Não és ninguém...

Ninguém: (Do latim Ne(c)quem), tem o significado de nenhuma pessoa, desconhecido…
Nada: (Do latim nata de nulla res nata), tem o significado de não existência, ausência e quantidade, coisa nenhuma, inanidade, ninharia, nonada, bagatela, inutilidade…

E chateado com o amigo disse-lhe: “Não és ninguém…”
Em que o amigo responde: “Pois!!!”
Vamos lá ver uma coisa, ninguém é ninguém, é um desconhecido, algo que não existe. Se é assim, porque raio dizemos em tom de ofensa, ou tentativa disso, que fulano é ninguém?
Se queremos ofender alguém, não podemos expressar uma ofensa dizendo que esse nosso inimigo, essa malévola personagem que ainda à minutos era meu aliado na vida, em tudo, de repente, rouba-nos o action men, o carrinho que até deitava fogo, ou mesmo começou a gostar da miúda que eu também gostava tanto, aquela do 4º ano… é alguém!!!
Não, não e não! Meninos, na guerra não podemos desvendar a nossa parte fraca. Se queremos ofender o nosso ex amigo, roubem-lhe também a miúda, ou façam o que quiserem, mas não lhe digam que ele é alguém…
Pronto, visto isto assim, quase na brincadeira, ninguém é ninguém, por isso não podemos ofender alguém dizendo-lhe “não és ninguém”. Pois, ele é alguém, por isso não pode ver as ofensas proferidas como insulto.
Ninguém, nada, ausência, patavina, nicles, é o significado de coisa alguma, nem podemos falar duma coisa, se o seu significado “não existe”, ele próprio diz peva…
Lá está, até falando assim, do significado de ninguém, temos que dizer que o próprio significado diz… nada.
Nada e ninguém é nada e acabou, digam-me que não sou nada e eu agradeço a tentativa, estúpida, asinina, lerda de me tentar insultar…
Pensemos antes de falar…
Phonseka

quinta-feira, fevereiro 24, 2005

Os dedos mindinhos...

Os dedos mindinhos:
O dedo mindinho do pé nasceu assim, periférico, acompanhando o conjunto dos restantes dedos. Há quem dê por ele (gostava de conhecer essa pessoa), mas o que é certo é que não consigo ver uma utilidade para esse mal fadado dedo. Quase um rococó, o mindinho fica ali, acompanhando o movimento dos dedos de verdade, mas sem qualquer funcionalidade. Muito já se falou sobre o futuro do mindinho, tratado assim no diminutivo mais por desprezo que por carinho.
Devem-se estar a perguntar, porquê o dedo mindinho do pé. Porque o primo mindinho do dedo mindinho que falo, o dedo mindinho da mão, já tem a nojenta e vergonhosa função para alguns portugueses, e atenção que falo daqueles verdadeiros “com pedigree”, aqueles que o utilizam para envergar na sua extremidade um verdadeiro “canivete português multifunções”, para a sua higiene pessoal e não só. Podem até utilizá-lo como arma branca, ou mesmo simplesmente como objecto de estatuto social. Há algumas tribos que colocam uma argola nas beiças, argolas essas que quanto maior, maior o seu estatuto e/ou mesmo religiões, como os judeus, que deixam aquelas, também magnificas tranças mescladas com umas farfalhudas barbas semelhantes a um ser mítico que veste um fato vermelho e é barrigudo. Pois bem, os nossos portugueses, não querendo ficar atrás, escolheram deixar crescer uma verdadeira obra de arte, inútil, que não se enquadra minimamente dentro dos padrões convencionais de beleza, a UNHACA…
Normalmente, esses seres, estão providos de outros acessórios que deixam transparecer facilmente a identificação dos utilizadores desse “canivete português multifunções”, como são a pulseira de ouro, o relógio em metal 5 números acima, a camisa aberta para deixar refulgir o “esquilo” que trazem agarrado ao peito, abrilhantado com o belo do fio também ele de ouro, entre outros…
Mas voltando aos dedos, que destes personagens falarei numa próxima oportunidade, o nosso dedo mindinho do pé, aquele que só lhe consigo vislumbrar uma utilidade, está fadado ao esquecimento, ao desmembramento até. Esse apêndice reboludo, pequeno, que nem espaço tem para uma unhazinha, está ali confinado num canto do pé, muitas das vezes subjugado, amassado se quiserem, pelos outros dedos, esses sim com alguma finalidade. O dedo mindinho do pé, à semelhança de muitas características em nós, que nos ligavam aos nossos longínquos antepassados, estão a desaparecer ou já desapareceram. Eu sou da opinião que este nosso trivial, banal, corriqueiro, insignificante dedo mindinho do pé fosse também colocado na lista de órgãos a serem dispensados à nascença… Sei que estou a ser muito extremista, mas para quê ter uma coisa que não nos serve de nada? É que este nosso dedo mindinho do pé, nem sequer tem corpo para ter "bedum" como diria a minha avó…
Bom, agora que estou a terminar devem estar à espera que eu diga afinal onde é que vislumbro o raio da utilidade para este dedo mindinho do pé. Pois é, já me esqueci. Seria uma utilidade à sua imagem, trivial, banal, corriqueiro, insignificante…
PHONSEKA

terça-feira, fevereiro 22, 2005

E os outros?

Bom, eu acho que a noite que sucede as eleições, isto é, a noite dos resultados está cheia de uma magia que só comparada aos tempos do festival da canção, dos jogos sem fronteiras, em que ficávamos paralizados, o país parava para assistir a esses eventos...
Por mais que não se goste, e/ou se diga que não se gosta, o certo é que as coisas eram assim.
Mas o mais hilariante é o desprezo a que certos partidos são expostos. Quem já ouviu falar do Manuel Monteiro? Muita gente certamente, mas de que partido é ele? Pois é, hoje em dia há p'rai partidos que, no meu ver, apenas existem porque algum Homem que não consegue ficar longe da politica, funda um qualquer, com ideais um pouco estranhos e de execussão um pouco dúbia. -"vamos acabar com as pessoas más", "vamos dar táu-táu a quem se portar mal...".
Por favor meus amigos, poupem-nos de panfletos, de megafones desafinados, de músicas enervantes que tocam enquanto apelam a um voto absurdo...
Voltando à televisão, e ás suas transmissões, esses partidos nem sequer uma camara, nem provavelmente uma máquina fotográfica para capturar uma reacção, um corar, um chorar, nessa "fantastica" noite, nada... Possivelmente, nada disso acontece porque quem votou nesse partido está na sala da sede de campanha... Poder-se-à imaginar o presidente do partido contar.
- " Ora bem, estamos aqui, 1,2,3...4, onde é que foi o Manel?"
- "Foi á casinha."
-"Humm! Então pelo menos 5 votos já temos..."
Para não falar da forma como eles ocupam o seu tempo de antena, em que aparece sempre algum militante, nervosíssimo, sem tirar os olhos do teleponto que mais parece que está a ser ameaçado de morte para falar...
Esses, são os partidos que se identificam com uma enúmera quantidade de letras que ficam praticamente impossíveis de soletrar, que os seus cabeças de lista ainda hoje devem andar a pensar quantos votos teriam tido...( è verdade, são os que estavam na sede de campanha).
É triste, mas a política é assim, triste...
Portem-se mal, mas com estilo...

quarta-feira, fevereiro 09, 2005

E Tudo Começa No Início!

E aqui estou a começar a "aventura" cibernauta de poder comentar, dizer o que me apetece e poder ser correspondido (sem ser pelos "enfadonhos" e pouco personalizados Emails).
Bom, aguardem notícias que eu vou postando.
PORTEM-SE MAL, MAS COM ESTILO!!!!