
(Pela terceira vez vos peço para não lerem este texto. Podem vir a sofrer por causa disso)
E não é que a comichão era tanta que quando foi ver o que tinha no olho reparou que tinha lá um Tsunami!!!
-“Epá, um Tsunami não, lá que fosse um bólide Mata-velhos, mas um Tsunami?!”
Com a ajuda da unhaca lá sacou o Tsunami do olho e deitou-o mesmo ali na valeta. A valeta era estreita e o Tsunami demorou dois dias e meio a passar por ela.
Pelo caminho ainda se cruzou com o Splinter e as Tartarugas Ninja, mas não lhes ligou porque de Super Heróis estava ele farto. Quando era pequeno, ainda uma ondinha, o Tsunami gostava era do Super-homem, mas rapidamente deixou de o admirar, porque aquilo não podia ser um Super Herói. –“Recuso-me a chamar Super Herói a um gajo que se veste de licra e usa as botas e as cuecas por fora das calças e para não ser só isso, ainda tem um caracol na testa…” – Disse o Tsunami indignado.
Foi ai que pegou na sua unhaca e apanhou o comboio para ir para a Indonésia. Acontece que o comboio teve uma avaria a caminho da Serra da Estrela. Chamado um especialista ao local, o mistério da locomotiva paralisada nos carris foi desvendado: era uma avaria na motherboard! Tentou-se então a todo o custo telefonar a um outro especialista em transportes de grande porte. O telefone fartou-se de tocar mas ninguém atendia. Quando já não havia esperança eis que alguém atende. Era um lunático que dizia ter visto uma nave espacial que fazia círculos perfeitos. Desligaram o telefone e telefonaram para um especialista em transportes de porte não tão grande. Do outro lado atende um senhor que mais tarde veio-se a saber que tinha a cabeça em forma de garrafa de detergente pró chão. As horas estavam a passar e o Tsunami desesperado decide ir para o olho do maquinista. O maquinista aflito com a comichão começa a cantar e a dançar a música da onda “olha, olha, olha a onda…”
O homem da bandeira que tinha sapatos de verniz espeta com a bandeira no olho do maquinista para salvar o amigo, lançando o Tsunami para parte incerta…
Devem estar a pensar: Ah e tal, o coelhinho foi com o Pai Natal no Comboio ao circo. Mas não, o pai Natal estava a cagar e não pôde ir, o que fez com que o coelhinho ficasse com um trauma a barbas brancas.
Como o comboio não funcionava, o senhor que tinha a cabeça em forma de garrafa de detergente pró chão apareceu para o compor. E não é que quando chega ao pé da puta (Sim eu escrevi pu-ta) da linha o cabrão do comboio desata a fugir quem nem um etiope atrás de uma carcaça...
Quem ficou lixado com isto foi o Tsunami que ainda conseguiu agarrar-se com os dentes ao pneu do comboio e seguiu para a Indonésia.
Ao chegar à Indonésia reparou que já tinha chegado tarde demais, os gajos do Bush já tinham devastado aquilo com as Bombas Antónias que tinham no fundo do oceano e que as explodiram e disseram que era um terramoto…
Azar do caralho…
Você disse caralho?????
Phonseka ®



