quarta-feira, maio 04, 2005

PHONSEKEOREMA I

ALÇAS VS PERNAS DE CADEIRA
Como o prometido é de vidro, vou começar um novo formato de textos neste malfadado blog. Estes vão conter peripécias do nosso dia a dia, coisas que nos acontecem sem sabermos o porquê dessas merdas acontecerem, um pouco parecido com o que já escrevia, mas com outro formato, pronto, não sei explicar a diferença, mas vai ter. Tenho ainda a dizer que como já não estamos na censura e como esta merda de blog é meu, escrevo os textos da forma que me apetecer. Vai conter variadíssimas asneiras, precisamente da forma como eu pensar os textos e mai nada… tenho razão ou não tenho?

Pois bem, nesta primeira teoria ou teorema, chamem-lhe o que quiserem, vou falar da puta da mania que as pernas das cadeiras têm de agarrar as alças das mochilas, sacos e tudo que tenha alças.
É assim, já não se pode colocar a merda duma mochila perto de uma cadeira, que não sei como por carga de águas o caralho da alça vai enrolar-se na perna da cadeira. Acho que é um caso para o departamento de furtos da PJ e/ou da PSP investigar.
Concerteza já vos aconteceu isto milhares de vezes, pra não dizer sempre. É que quando isto acontece, quem se fode não é a cadeira nem a alça, mas sim NÓS, que temos que fazer altas figurinhas tristes a tentar reaver a nossa mochila, de rabo pró ar a tentar desvendar o mistério da alça movediça ou perna da cadeira com vida. E o pior é que na maior parte das vezes isso acontece quando estamos com pressa.
Agora como professor, e pensador destas merdas, começo a perceber a falta de material dos alunos. Não perceberam? Eu explico…
Já ouviram concerteza colegas vossos da escola e/ou mesmo vocês dizerem que não tinham cadernos porque não sabiam deles. E a professora dizia em tom irónico se tinha sido o cão que os tinha comido. Pois bem, eu acho que quem roubou a merda dos cadernos foi a perna da cadeira.
Se a PJ fizer uma rusga a uma escola qualquer do país e desfizer uma cadeira qualquer vai encontrar lá cadernos, lápis, borrachas, afias e tudo o que costuma desaparecer em todo o trajecto escolar de qualquer cidadão, material esse que retirado apenas de uma cadeira dava para oferecer para uma escola qualquer no Botswana, ehehehehe…
Portem-se mal, mas sempre com cuidado ao deixar seja o que for com alças perto de uma cadeira…
Phonseka ®

domingo, maio 01, 2005

Qual a diferença entre uma laranja - A invasão dos coelhos que fizeram um final digno de hollywood...

Episódio 3 e final

FINAL DAS TRILOGIAS

Cenas do episódio anterior…

(E os chinelos awaianos mais o clap, clap, através dos burriés com unhaca e os cafés do duracel com o red-bull que falou com o espaniol e o Ser rapidíssimo que vos chateia…)

Pronto, vamos lá acabar este desinteressante episódio desta estúpida trilogia…
…Mas não se enervem, enervar faz mal aos nervos e aos tendões e ossos e essa merda toda… Hoje estou para escrever nada, acabar esta trilogia sem mais não, voltar às teorias…
E o pessoal começa-se a enervar por ter um ser muito rápido à volta deles e começa tudo à chapada. Apenas os burriés que tinham unhaca e óculos supersónicos sabiam quem causava esta chatice.
O coelho da duracel começou a chatear os homens do lixo, que entraram em depressão, e deixaram de recolher o nosso lixo que se começou a acumular até mais não. O lixo chegou a atingir em certas cidades do mundo os 500.000 metros de altura. Depois começou a chatear os pilotos dos aviões que começaram a embater nos montes de lixo. O lixo desabou nas cidades era só ratos, cascas de banana, merda e essas cenas, as doenças começaram a aparecer.
Como estávamos no Brasil a Fu mais conhecida por Fumiga lá encontrou Ota, que estava num bar de putas, a enfrascar-se em mel. Ota, mais conhecida por Ota Fumiga disse: - “ Olá Fu tás boa?! Já sei onde está o Bugs. Ele esta no…” e caiu pró lado em coma melolico e nunca mais acordou.
Fu sai do bar e encontrou uma cartomante viciada no jogo que lhe perguntou se queria jogar uma suecada, em que se ela ( Fu ) ganhasse dizia-lhe onde estava o Bugs se perdesse o mundo acabava passados três dias. Fu aceitou, e perdeu…

Passados três dias…

Não é que o mundo acabou mesmo!!!
P.S. E já agora, qual a diferença entre uma laranja?
Phonseka ®

domingo, abril 24, 2005

Qual a diferença entre uma laranja - A invasão dos coelhos ainda mais malvados...

Episódio 2

Cenas do episódio anterior…

(Àh e tal, os coelhos apareceram e as orelhas com os burriés fazem uma coisa tipo Coiso, e o Coiso não gostou e apareceram as cuecas mais a gola alta e o coelho foi com o Pai Natal no comboio ao circo…)

Agora que já entenderam o que se passou no episódio anterior, vamos passar ao imbecil episódio número 2…
…E os burriés lá foram mas dentro de um chinelo awaiano. Por causa do som clap, clap, (clap, clap é giro) do chinelo a embater no calcanhar dois dos burriés entraram em depressão e cortaram a unhaca. Agora têm o cabelo comprido só na parte de trás da cabeça e uns caracois a cair pró pescoço, um fio de ouro e um fiat punto kitado com um cd pendurado no retrovisor e um lenço vermelho no encosto de cabeça do banco entre outros lamentáveis pormenores, o que quer dizer que estão mesmo muito, muito mal.
Ao mesmo tempo que isto acontece, há quem esteja a ver toda a operação que o Coiso está a preparar que é o coelho mais bem informado de todos, aquele que o acontecimento ainda não se deu e ele já sabe de tudo… Esse maléfico coelho informador é chamado no seio da A.C.V.T.P.M.C.T.H.T.E.C.A.C.J.C.B.Q.A.P.T. como José Rodrigues dos Santos. É preciso ter muita atenção a este membro, pois é o que mais bem se infiltra dentro da comunidade humanóide por ser o mais parecido...
Mas Fu que andava à procura de uma forma de apanhar o Bugs, tenta persuadir uma pedra da calçada a dizer-lhe onde parava o Bugs. Então Fu questiona discretamente e com astúcia pedra.
Fu - Em que ano o coventry city ganhou o ultimo campeonato de futebol?
Pedra –
Fu (pensando) – Humm! Não deve perceber de futebol, ou é estrangeira…
Fu – Duiu nou uere is de bigue bos ove rábites? Can ui elpemi?
Pedra –
Fu – Éries iespaniol? Nió fialias? Entião viai prió carailhiu, fiodasse…
E Fu furiosa com a pedra da calçada vai embora…
Nesse momento passa por ela algo a uma velocidade estonteante. Sem saber o que era liga para o Coiso pelo seu super, mega, hiper telefone para descobrir o que se passava. O Coiso envia um agente burrielino com óculos supersónicos para conseguir desvendar o Ser rapidíssimo. Era o coelho Duracel. Esse membro da associação A.C.V.T.P.M.C.T.H.T.E.C.A.C.J.C.B.Q.A.P.T. bebe cinquenta cafés só da parte da manhã, ao almoço bebe dez e à noite ainda bebe quatro litros de Red Bull com coca-cola, sofre de hiperactividade e é imortal, dura, dura, dura, resumindo, é chato cumá merda! A função dele na associação é correr e chatear os outros. Por isso se se irritarem sem razão aparente é porque ele vos anda a chatear, só que vocês não o vêm porque é muito rápido, digo-vos eu…


Mais uma vez vos digo que não percam o próximo e ultimo episódio desta imbecil e desinteressante stória porque eu, como é lógico, TAMBÉM NÃO!!!

Phonseka ®

terça-feira, abril 19, 2005

Qual a diferença entre uma laranja – A invasão dos coelhos malvados…

Episódio 1



Toca, toca, toca, gritava um humanóide apavorado com os olhos a saltar das orbitas pelas ruas da sua aldeia, ao que as pessoas que passavam por ele lhe tocavam, não percebendo que não era “toca” de tocar mas sim “toca”, buraco que serve de habitat para coelhos, esses assassinos que vieram para dar cabo da vida aos humanos.
A verdade é que Bugs, o cérebro da equipa come cenouras de penaltie e de caneca, até faz de vez em quando uns xaropes de cenoura por causa da tosse. Esse cretino está muito à frente no que toca (cá está mais uma “toca” formada pelo gang dos coelhos assassinos) a novas tecnologias. Ele até já bebe um actimel com bifinhos activos, bifinhos esses, de orelha humana todas as manhãs, o que é de pressupor a sua malignidade.
Bugs, o primeiro a chegar a este calhau fundou uma associação, a A.C.V.T.P.M.C.T.H.T.E.C.A.C.J.C.B.Q.A.P.T. (Associação dos coelhos que vieram para a terra para matar e chacinar todas os humanos tendo em consideração aberrações como o José Castelo Branco que agora até tem programa de televisão) que tem como objectivo fazer qualquer coisa…
Quem já esta a par disto, que antes só estava a impar, é o Coiso, que já tomou todas as medidas, incluindo o quilómetro, para os deter.
A Fu, que mais tarde se veio a saber que se chamava Fumiga, apanhou o comboio que já tinha chegado da Indonésia, para ir para o Brasil.
Chegada ao Brasil a Fu perguntou à primeira goiaba que encontrou onde estava a Ôta. A goiaba não sabia, mas que havia uma casa que vendia electrodomésticos mesmo ao virar da esquina.
Foi aí que avistou o Quiky, mais conhecido por Nesquik, o membro diabético da A.C.V.T.P.M.C.T.H.T.E.C.A.C.J.C.B.Q.A.P.T., a passear nas ruas de Carapicarâmba, capital de Carapicararampô, cidade onde se inventou esse espumante, o champô para o cabelo.
Aflita Fu, pega no seu super, mega, hiper telefone secreto e liga para o Coiso, que para não variar estava a tirar burriés do nariz, mas não eram burriés quaisquer, eram os primeiros burriés da manhã da qual sairiam os informadores de cor verdusca e redondinhos deste destemido agente da “detectivice”.
Enviando dois burriés colados debaixo de uma mesa camuflada para o Brasil para investigarem mais uma aparição de um coelho assassino, são encontrados, esmagados, torturados e enterrados ainda vivos debaixo de cimento pelo coelho da playboy que estava disfarçado no bolso das cuecas de gola alta da Fátima Felgueiras que também viajava no mesmo bólide mata-velhos. Coiso para não correr mais riscos destes envia quatro agentes burriélinos com pedigree português, ou seja, com unhaca, para no caso de serem enterrados poderem-se salvar escavando com a unhaca…

…Não percam os próximos episódios, porque eu, TAMBÉM NÃO!!!
Phonseka ®

quinta-feira, abril 14, 2005

O segredo da Herbalife


Ah e tal, um gajo é jovem e gosta de estar em forma, mas o sofá é bem melhor que as correrias desenfreadas para perder uns quilitos para quando a época balnear abrir um gajo estar ali, firme e hirto com vários abdominais e tal, que apenas um abdominal como é o meu caso neste momento devido sedentarismo da vidinha de professor (pronto admito).
Bom, a verdade é que ainda ontem ia no meu carro a caminho de um ginásio para tentar dividir o meu abdominal em seis ou oito abdominais, eis que surge a resposta à minha tentativa mesmo diante da minha focinheira…
Um carro cujo vidro traseiro ostentava um autocolante que dizia: "Perca peso agora, pergunte-me como".
Eu como ia para o ginásio para aquele fim, decidi parar o carro e ir perguntar ao bendito senhor que conduzia o carro como poderia então fazer para perder peso. Mas o problema é que ele não parou e eu tive que correr toda a rua principal de Nisa (para quem não sabe eu estou a dar, melhor dizendo, vender aulas em Nisa), saí da vila, passei por Alpalhão, e só parei à entrada do I.P.2 a caminho de Portalegre para fazer a bendita pergunta. Como um Opel Corsa anda mais que um gajo de fato de treino e sapatilhas, ao correr tal distância sem saber como é lógico, já que deixei de ver o carro nos primeiros metros da minha estúpida correria e sem saber se o carro teria ido para aqueles lados decidi desistir.
Desanimado voltei para trás e a meio caminho voltei a ver o carro. Como ainda só tinha visto a traseira do carro reparei que na porta vangloriava uma enorme publicidade.
Foi aí que finalmente descobri o segredo do sucesso da famosa marca de produtos dietéticos Herbalife.
Quando cheguei a casa, pesei-me e tinha menos sete quilos.
Obrigado Herbalife.
Phonseka ®