sábado, junho 11, 2005

PHONSEKEOREMA VI

Post Saudável


Ora, de vez em quando dá-nos destas coisas, e a mim não me passou ao lado…
Deu-me há cerca de uma semana para olhar para mim e ver que precisava ser mais saudável. Sim mais saudável!!!
Comecei por cortar num dos hábitos que mais prejudica os seres humanos, o tabaco, antes fumava Português caixa azul, agora deixei esse tabaco e ando a fumar um com Aloé Vera… É verdade! Logo a seguir deixei as mines com álcool e agora só bebo mines com Aloé Vera.
Vocês estão concerteza a pensar que eu não devo ter mais nada que fazer do que pensar nestes Phonsekeoremas absurdos, mas isto é verdade, hoje em dia há de tudo com Aloé Vera.
Só pra verem, ainda ontem fui a um stand perguntar, porque perguntar não ofende, quanto me davam pelo meu carro, que anda a gasolina, por um que fosse movido a Aloé Vera, mas parece que ainda não há desses carros. Fiquei chateado, concerteza que fiquei chateado, pois cá pra mim o Bush tem mão nisso, mas pronto.
Outra coisa que fiz foi pesquisar pelo contacto da estilista Fátima Lopes, que já descobri, e irei telefonar-lhe lá pra terça, para me fazer umas peças de roupa apenas com fibra de Aloé Vera. Mais, uma coisa que já fiz foi mudar de telemóvel, agora tenho um que a bateria funciona a partir de polpa de Aloé Vera que dá pra umas horitas de conversação, temos é que desligar logo o telemóvel, senão vai à vida, mas não há-de ser nada.
Quando cheguei à Guarda, passar o fim-de-semana, pedi logo à minha mãe que me trocasse as penas da almofada por pedaços dessa mágica planta Aloé Vera, mas ela não fez, por isso dormi muito mal esta noite, mas eu vou conseguir dormir sobre Aloé Vera e ficar mais saudável e sorridente durante todo o dia.
Manteiga no pão? Qual Becel qual quê, manteiga à base de Aloé Vera é o que está a dar, e barrada em pão de trigo com Aloé Vera acompanhado com leite de Aloé Vera, jasus, até me lambuzo todinho!!!
(pausa)
Acabaram de me ligar pra ir tomar café, eu vou, mas não sem antes ir fazer um belo dum pacotinho de açúcar de cana de Aloé Vera para substituir aquele açúcar horrível que costumam deitar no café e que só faz mal. Por favor meus amigos, Aloé Vera e mai nada, não precisam de mais nada nas vossas vidas. Se não acreditam, só vos digo que minha mãe já usa detergente pra roupa, pró chão, pra lavar tudo e mais alguma coisa, mas claro, todo com Aloé Vera, tudo devido à minha insistência pra sermos mais saudáveis.
(mais uma pausa)
Ora, já voltei da cafézada e digo-vos, Aloé Vera no café fica mais melhor bom do que com açúcar vulgar, podem ter a certeza, experimentem!

Bem, fico por aqui neste Phonsekeorema com Aloé Vera, porque daqui a pouco tenho que voltar a sair para comprar um novo computador que tenha Aloé Vera e ainda tenho que tomar banho com champô e gel de banho com Aloé Vera, lavar os dentes com pasta de dentes com Aloé Vera, e para dar o toque, colocar um perfumezinho com estrato de Aloé Vera e telefonar à Vera, e dizer “Alô é a Vera?!”, para me vir buscar, por eu só volto a conduzir um carro quando tiver um que ande a Aloé Vera…

P.S. Já agora, alguém sabe quem é a Vera? Se souberem arranjem-me o número dela, ok?

Phonseka ®

sábado, junho 04, 2005

PHONSEKEOREMA V

O Belo Do Cotão


No presente phonsekeorema, o V, venho-vos falar duma coisa enigmática, o COTÃO!!!
O cotão é incrível, aparece de um modo misterioso e nos locais mais recônditos. Mas após uma grande reflexão da minha parte, reflexão essa que durou uns bons trinta segundos, cheguei a uma conclusão que passo a explicar.
Pois bem, se repararem, quando limpam a casa ela fica limpa, livre de cotão, certo? E depois mesmo sem ninguém entrar nessa mesma casa, durante uns dias a casa tem cotão. Sendo assim, alguém me explique como é que esse cotão renasce das cinzas e volta para os cantos da casa. Eu sei…
Investiguei e descobri que é ai que começam a trabalhar os bichos do cotão. Eles vão às suas reservas de cotão que escondem no tecto do vizinho de baixo, isto se se tratar de um prédio, se for de uma vivenda será nos alicerces, eu sei disso porque encontrei um documento acarinio desses bichos, chamados ácaros, que explicava o método utilizado, dentro de um rodapé de minha casa, no do meu quarto, claro.
O método de trabalho desses bichos resume-se no esconderem-se nos poros do chão, seja ele de madeira, azulejo ou de outra merda qualquer, esperam até o chão secar e PIMBA, vão ao tecto do vizinho de baixo, agarram no cotão, fazem um truque que ainda não descobri, que faz com que o cotão atravesse o chão por osmose e levam-no para debaixo da cama. Depois espalham-no pela casa novamente…
Ainda não descobri é o mistério do cotão nos bolsos das calças, até à publicação deste phonsekeorema ainda não tinha sido descoberto, se alguém souber que me diga por favor, ok?
Mas a acção dos ácaros não fica por espalhar o cotão pela casa, há uma outra acção desses ácaros que me deixa preocupado que é quando eles actuam à noite. Falo do mistério do cotão no umbigo.
O cotão no umbigo resulta da acção dos ácaros em nos apanhar distraídos, digo a dormir, e ZAZ toca a enfiar cotão no buraco da barriga como se de uma despensa para ácaros se tratasse.
Vocês devem estar a pensar que estou para aqui a imbecilizar mais uma vez, mas enganam-se, senão expliquem-me como é que durante três ou quatro dias vestimos camisolas por exemplo vermelhas, brancas, verdes, e cinzentas, e quando olhamos p’ró belo do umbigo encontramos um rolho de cotão azul escuro, intrigante não?
Mas não é só no umbigo, e o cotão no rego do cu?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!??!?!?!?!?!?!?! Ah pois é, esse cotão que por artes mágicas nos vão aparecer no rego do cu, é fruto do excesso de cotão que tentam levar para o umbigo, e o que sobra, tentam levá-lo para o buraco mais próximo, e algum fica pelo caminho o que como é obvio me deixa desassossegado, muito desassossegado, muito desassossegado, muito desassossegado, muito desassossegado…
Phonseka ®

quarta-feira, junho 01, 2005

PHONSEKEOREMA IV

Evolução Da Arte De Bem Cagar

Ora bem, lá tive um pouco de tempo para actualizar este imbecil blog, desculpem se demorei muito, mas é que tenho andado muito ocupado…

Bom, quero começar este novo Phonsekeorema, o IV, perguntando se por acaso sabem de alguém que nunca utilizou a frase “Mamã, quero fazer cocó”…
Concerteza ninguém! Podemos mesmo dizer que é uma frase mítica, que faz parte da vida de qualquer indivíduo que não tenha o ânus fechado, isto é, que nunca tenha cagado…
Desde os primeiros dias de vida que temos necessidade de cagar. Obviamente que quando ainda somos bebés e não falamos borramo-nos todos pela calada, só sendo possível saber que estamos com prenda pelo cheiro ou pelo quentinho e fofo da fralda, e em certos casos pela cara de satisfação do bebé… Pois bem, como disse, somos ainda bebés, usamos fraldas, já viram o que é borrarem-se todos numa fralda e andar com aquela merda atrelada a vocês, sentir aquela pasta cálida e sebosa colada ao cu, uau!!!
Deixamos a fase das fraldas e começamos a aprender a fazer pontaria para um penico, pró qual, eu pessoalmente não consigo cagar, só pelo facto de pensar que aquilo terá de ser lavado, mas pronto, tirando o meu asco aos penicos, a verdade é que é nessa fase que mais se ouve a mítica frase “Mamã, quero fazer cocó”… e lá vem a nossa mãezinha colocar-nos no penico e BRRRUUUUAAAAA!!! (este brruuaa é supostamente o som do alivio da tripa, imaginem assim, ok?) ganda poia pra mamã limpar, pois é!!!
Agora digam-me, em vez de ensinar uma criança a cagar no penico, porque não arranjar uma tampa de sanita mais pequena e ensiná-los a cagar directamente na retrete? Mais simples não???
Mas surgindo problema de colocar os piquenos a cagar na sanita, desponta um novo problema, o do equilíbrio. Pois é, eles sentados já estão, mas e quando fizerem força para o Sr. Poio sair?! A força é tanta que se desequilibram e BLUOOCKKK (som da merda e neste caso do puto a cair na água da sanita) caem para trás e vão de novo ao encontro do Sr. Poio. Mas se fosse só o problema do equilíbrio, também há o do alcance do papel higiénico, que nunca está perto da mão duma criança, e ouve-se a outra mítica frase “Mamã, já tá!!!”, e lá vem a nossa mamã limpar-nos o cu.
É obvio no que concerne ao fantástico acto de arrear o calhau, nesta fase de descoberta da verdadeira cagada, nunca estamos sós e dependentes, porque para se apreciar a bela da cagada nada nos pode interromper, o que não acontece nesta fase da nossa infância, onde somos constantemente interrompidos.
Quando já não temos os problemas de equilíbrio nem de alcance do papel é que é, aguentamos a merda até não poder mais, vamos buscar uma revista, BD’s, jornais, mas sempre aos saltinhos e a entoar uma música qualquer só para distrair o cagalhão que insiste forçar a saída, e lá vamos nós a correr, fechamos a porta e BRRRUUUUAAAAA!!! Salpicamos a sanita toda de merda e soltamos um som de alívio, AHHHHHHH!!!!!! Agora sim, sentados no nosso trono de porcelana, estamos prontos para desfrutar de uns bons 15 minutos de alegria, apenas interrompida pela indecência da apurada pontaria do olho do cu, que caga direitinho para a água e BLUOOCKKK, sentimos a agua a saltar-nos pro cu! Opa! Isto é algo que me perturba muito.
Já pensei em antes de começar a cagada, meter um bocado de papel no fundo para amortecer a queda, mas o papel amolece e fica tudo na mesma. Mas também não exagerem no papel a meter no fundo, senão entopem aquela merda e está tudo fodido. Acabamos de cagar, e puxamos o autoclismo, penso autoclismo significa limpeza automática. Mas é uma limpeza automática a piça!!! Quantas vezes mesmo depois de puxarmos aquela merda prai 3 vezes ainda temos que pegar na amiga de cabelo espetado, a piaçaba (hei-de falar dela) e esfregar como se não houvesse amanha, para retirar os últimos resquícios que teimam em ficar colados?!
É por estas e por outras que cagar só traz alegria aqueles que sabem praticar bem a arte de bem cagar…
Phonseka ®

quinta-feira, maio 19, 2005

PHONSEKEOREMA III

PARABÉNS A NÓS TODOS...
Pois bem, hoje venho com uma imbecilidade que me atormenta desde que comecei a cantar, ou melhor, a ouvir bem com atenção cantar os parabéns…
Ora, alguém me explique, ou tente explicar porque raio no final da música, ou canção ou lá o que é aquilo, tem-se a mania de gritar HÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ!!!!!!! Já não bastava o constrangimento do aniversariante estar ali uns bons dois minutos com cara de papalvo e com um sorriso forçado a olhar para várias pessoas a cantar ainda se tem a mania de prolongar esses dois minutos de música com mais meio minuto de HÉÉÉÉÉÉS… Era suposto ser um dia feliz para o aniversariante, mas os convidados tinham que estragar a festa embaraçando o aniversariante…
Mas isto não termina aqui. E quando chega à parte de dizer o nome, que não sei por carga de águas nos chamam sempre de maneiras diferentes, ou aqueles que no momento de dizer o nome têm uma branca e se limitam a sussurrar acompanhando a melodia da música?! Eu sou apologista que se devia combinar antes de se cantar, que nome se deveria chamar, assim poupava-se o acanhamento do aniversariante.
Pois é… falando agora da métrica da música relacionando-a com o nome de quem faz anos ainda é pior, pois vejam:
Quando se tem um nome pequeno, cantamos num português correcto, sem abreviaturas, como por exemplo, alguém que se chame Ana. Cantamos “…para a menina Ana…”, mas se for um nome mais comprido como por exemplo o meu Ricardo, ou Phonseka, pronto Fonseca já não dá, e o aniversariante que se lixe, e canta-se “… p’ró menino Ricardo…” mas qué isto??? Já não há igualdade? Para uns fala-se bem, p’ra outros que se lixem. «Ah e tal tem o nome muito grande, não me apetece estar para aqui a gastar letras, pois pode-me fazer falta para mais um “É” no final.»
E só mais três coisas, uma, que raio de mania é a de bater palmas enquanto se canta?
Outra é saber quem inventou a suposta segunda parte da música para lhe dar umas bufatadas no focinho, aquela que diz, “… tenha tudo de bom, do que a vida tralalaralalala…” por amor de Deus, não bastava os dois minutos de massacre, ainda tinham que prolongar com esta segunda parte, e pior, como já disse atrás o HÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ.
Por último, digam-me porque raio o ser humano continua a festejar mais um ano, mais um ano que significa ser mais um ano que está velho, ou seja, mais um ano que se aproxima do inevitável, vocês entendem…
Mas já agora, não liguem às minhas imbecilidades e continuem a curtir a vida, a cantar ou não, batendo ou não palmas, dizendo ou não o nome e claro, não deixem de dizer HÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ quando bem vos entender, mesmo quando conseguiram libertar-se daquele cagalhão que teimava em não sair…
Phonseka ®

quinta-feira, maio 12, 2005

PHONSEKEOREMA II

Uma questão de tempo

Ora bem, estava eu a pensar, “ah e tal, esta semana até está a passar rápido e tal…” quando dou por mim a reparar numa coisa no mínimo intrigante.
Pois bem, eu pensava, “ah e tal, ainda há pouco cheguei (segunda-feira) e já é quinta-feira e tal…” e comecei a ver as coisas duma forma lógica, senão raciocinem comigo…
Hoje é o depois de amanhã de anteontem e também é o amanhã de ontem, portanto, é o ontem de amanhã e o anteontem de depois de amanhã, certo?
Vendo as coisas assim, só posso dizer que quem inventou isto do amanhã e do ontem e do depois de amanhã e dessa merda toda só podia estar cuma crise temporal nos cornos que o baralhava até quanto tinha que dizer a idade que tinha, mas eu vou tentar unir o raciocínio desse cromo que se lembrou de pensar esta merda.
Vejamos, quanto ao anteontem podemos dizer que é o ontem de ontem e o amanhã de anteontem de ontem, que também pode ser o depois de amanhã do anteontem de anteontem. Não morrendo aqui a controvérsia do anteontem passo para o ontem, ou seja, o amanhã de anteontem. Mas este ontem também pode ser o depois de amanhã do ontem de anteontem, ou o anteontem de amanhã. Assim sendo, o ontem também pode ser chamado de ontem de anteontem de depois de amanhã.
Como se costuma dizer “amanhã será outro dia”, mas depois de amanhã também será e por aí a fora… O que é certo é que amanhã é o ontem de depois de amanhã e o depois de amanhã de ontem, ou seja, o depois de amanhã do amanhã de anteontem e como é lógico o amanhã de hoje.
Falando agora num suposto futuro mais longínquo, o depois de amanhã, esse não é mais que o depois de amanhã de hoje, sendo também o amanhã de amanhã ou o ontem de depois de amanhã de amanhã. O depois de amanhã é por isso também o anteontem do depois de amanhã desse depois de amanhã.
O que é certo é que amanhã será o hoje, e o depois de amanhã também o será mas só quando o hoje de amanhã acabar…
Perceberam?!!!
Phonseka ®